23 julho, 2010

As visitas: Nat&Cat no arranque

Ainda com a mobília em caixas de cartão e muitos espaços por ocupar em 115+20m2, Catarina e Natália chegaram para uma curta primeira visita a Copenhaga e testar a qualidade da casa.





Para trás ficaram um galo de Barcelos (centro das atencões de quem tem passado por ele), a subida a uma torre sem escadas, encontros com o Stevie Wonder e consideracões sobre uma cidade tranquila habitada por um povo de "muito bons genes" que se demora por parques solarengos.



12 julho, 2010

Comboios na vizinhança

Comboios, composições, trens.

De Massamá ao Rêgo, de Chicago a Copenhaga, eles estão sempre por perto a lembrar que estou por casa. O chiar dos travões, as junções dos carris, o relâmpago do El, o apito da linha de Sintra. Talvez um dia venha a viver numa rua silenciosa, mas para já perspectivam-se mais uns anos a ouvir passar comboios. Mas agora uns bons decibéis abaixo do Rego ou do Loop.


Linha de Sintra, Massamá e Rêgo

El, Loop de Chicago

S, Copenhaga


30 junho, 2010

Paradoxos Líquidos

Os dinamarqueses não costumam beber cerveja ao almoço, pelo menos não em dias de trabalho. Assim, enquanto sou olhado de lado e recebo alguns sorrisos de admiração quando me apetece beber uma "imperial" ao almoço, a grande maioria dos copos na cantina da quarta maior cervejeira do mundo contém, não obstante a disponibilização de cerveja grátis... leite... da vaquinha.

Em baixo, 1l de leite, 1l de Nestea e 1l de cerveja (edição especial World Cup), juntamente com uma vulgar lata de 33cl de cidra.



22 junho, 2010

1847

Foi há mais de 160 anos que J.C. Jacobsen fundou a cervejeira Carlsberg, baptizada a partir do nome do filho (Carl Jacobsen) e da colina (berg, em dinamarquês) de Valby onde a cervejeira foi instalada.



No limite da cidade de Copenhaga, perto da junção com Valby e Frederiksberg, a marca Carlsberg foi aqui produzida desde a fundação até ao final de 2008, com a divisão, pelo meio, em Gamle Carlsberg (Velha Carlsberg) e Ny Carlsberg (Nova Carlsberg) - que aconteceu no final do século XIX quando pai e filho tiveram uma arrelia mais séria.



Há cerca de dois anos, a produção da marca mais conhecida da Dinamarca passou a ser feita integralmente na Jutelândia, em Frederecia, no território continental da Dinamarca. Por aqui ficou a produção de cervejas especiais apenas, como as super premium Jacobsen e Semper Ardens, que ocupam apenas uma pequena parte da área total de superfície - e dos 11km de túneis que foram sendo escavados para produção e armazenagem.



As antigas instalações tornaram-se temporariamente uma cidade fantasma. A arquitectura representa bem o gosto dos fundadores pela arte, e os cenários parecem retirados de um thriller de ficção científica, com obras de arte arquitectónicas a contrastar com a frieza de silos, chaminés e outras construções "cervejeiras".



Os espaços abandonados vão lentamente dar lugar a uma nova parte da cidade, alvo de um dos projectos imobiliários mais ambiciosos da sua história, com novas ruas a nascer num novo bairro (baptizadas por empregados actuais da Carlsberg).



As preciosidade arquitectónicas e botânicas serão devidamente preservadas para o projecto imobiliário que se segue: estátuas, chaminés, a planta de produção eléctrica, equipamentos que são já relíquias, portais, torres, antigas casas de cientistas famosos que por aqui viveram e um jardim, recentemente aberto ao público, com espécies de árvores que ainda estão por classificar.



Entretanto, surgem as actividades temporárias ou em fase terminal: armazenamento, karting, cafés, bares, eventos, mercados, o festival Distortion, parkur, um ginásio. Paralelamente, os apartamentos para empregados, a guest house, o museu, o visitor's centre, a escola de cervejaria, e outras actividades ligadas à Carlsberg, por aqui se manterão.



A balança de pesagem dos camiões e outras cargas ainda funciona. A unidade corresponde a 20kg, o fotógrafo foi "arredondado" para os 80.

11 junho, 2010

Rego 18, #3

Antes da escolta até à Portela


30 maio, 2010

Oslo e a encantadora Lena

A capital da Noruega, dias antes da jovem Lena - provavelmente a alemã mais interessante desde Marlene Dietrich - ter chegado para encantar na final do Eurovisão de 2010, tinha um sol digno de uma Primavera sul europeia. De tal modo que até havia brigadas da Coca-cola a oferecer latas frescas.



A capital escandinava com arquitectura mais moderna é cada vez mais cosmopolita e também uma das grandes cidades europeias com a população a crescer mais depressa. Pode faltar-lhe o charme de Copenhaga ou de Estocolmo, mas algumas ruas, edifícios e o ambiente nas margens do Oslofjord justificam uma visita.



E mesmo que uma cerveja (e da concorrência...) por 10€ não seja o melhor cartão de visita para a cidade que há menos de 100 anos se chamava ainda Kristiania, compreende-se que haja que fazer jus ao estatuto de "mais cara do mundo" e de capital de um país onde o álcool tem o acesso muito dificultado pelas leis.


14 maio, 2010

Copenhaga,

ou København, é a capital da Dinamarca, situada no extremo oriental da ilha da Zelândia, e alberga quase um terço da população do reino.



Confortável, com lojas de bicicletas a cada esquina, arquitectura medieval, lavadinha, com muitos parques e lagos, cafés por todo o lado, grande mas sem muitos excessos, é a metrópole mais interessante da Escandinávia (Estocolmo é para meninos).

29 abril, 2010

Rego 18, #2

'09, '10




12 abril, 2010

Chicado para disléxicos

Começou a acontecer-me algures no tempo não conseguir escrever Chiado à primeira (esta agora foi logo à segunda). O largo do Chicago, do Chicado, digo, quer dizer, largo do Chiago, perdão, largo do Chiado, do Chiado, assim é que está bem, perto do Bairro Alto, ao cimo da rua Garrett, em frente ao Camões.



18 março, 2010

Brancas

Powder americano, powder europeu


Rocky Mountains (Colorado)


Pirinéus (Andorra)


Alpes (França)